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Na mídia: Rádio Carioca toca El Paso hoje!

Uma das bandas do Coletivo Marte, O El Paso, vai entrar com um som na programação ao vivo da Rádio Gruta hoje à partir das 17h, portanto sintonizem aí em http://www.radiogruta.com/ e escutem!

Nós estaremos lá

#musicmonday: @ElPaso_

www.myspace.com/elpasorock

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Bolicho do Klaus (um conto relativo ao microcosmo teuto-riograndense da filosofia totalitarista e do hábito de tomar cachaça)

O maior centro de filosofia do país, dizem, está na Universidade de São Paulo. Santa Catarina, Recife e Rio de Janeiro, bem como diversos estados brasileiros – representados por suas grandes universidades federais – reclamam esta láurea, etc.

Acontece que o maior nicho de filósofos do Rio Grande do Sul está localizado não na UFRGS – eles que disputem o título brasileiro com os demais – mas no Bolicho do Klaus, localizado ao município de Dois Irmãos.

O Klaus, acho por bem explicar, é filósofo por vocação e formação. Bolicheiro, por opção.

Como todo o bom (ou não) alemão (ou descendente até a quinta geração), Klaus é um sujeito fortemente dotado de perseverança (atributo este que os freqüentadores do bolicho definem injustamente como teimosia) e ataca veementemente qualquer conviva que adentre no estabelecimento a pedir schnaps e filosofia clássica:

- Filosofia grega? Só servimos isso com um copo de leite, que é o que aquele povinho pederasta devia tomar, enquanto currava cabras e se amasiava com outros machos. Não! Se quer schnaps vai ter filosofia alemã. Kant desce bem, mas recomendo um Schopenhauer pra começar…

- (interrompendo) Não conheço essa marca de Chopp, além do mais eu quero schnaps, e…

Invariavelmente o incauto era expulso a pontapés do bolicho…

Até que tentaram convencer o Klaus a pegar leve com os não-iniciados.

- Mas, Klaus, pega leve com o pessoal…

- Ah, é? E posso saber porque eu deveria?

- Ora, pois isso aqui é um estabelecimento que visa o lucro, além do mais, há razões éticas envolvidas…

- E o que tu entendes de ética, diabo?

- Escrevi dois artigos sobre…

- Sobre…

- Ética a Nicômaco e… ah, nada…

- Fala!

- Não, eu…

- Fala!

- Spinoza, mas…

Menos um freguês pro bolicho. O Klaus – sujeito bem humorado – tolera tudo exceto provocação.

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Para tentar entender a Nova Lei de Direitos Autorais

Como se não bastasse estarmos em ano eleitoral (ou talvez por causa disso), o Ministério da Cultura está abrindo um debate para rever a Lei de Direitos Autorais brasileira. A importância disso é CRUCIAL, já que é nessa legislação que está baseada a oficialidade do sustento de quem produz ideias, arte, música, o produto imaterial, criativo.

E também vai influenciar o preço do disco que você compra, do que toca no rádio, no download pago, no ilegal, no que tocam na pista da balada, no tema da novela, na música do comercial, quem compra livro, quem escreve, quem desenvolve software… enfim, atingirá a todos que consomem e/ou produzem  esse tipo de conteúdo.

Mas o debate é tão grande, com uma gama de antagonismos e correlações e contradições tão vasto e diverso que fica difícil tentar expor a situação com nada menos do que um livro. Então o que faço aqui é compilar trechos e links que podem servir como base para começar a entender o que está acontecendo AGORA nesse jogo político/econômico.

Eu sou meio monótono mesmo e sempre acabo falando das mesmas coisas. Então nos  outros posts do Beats & Bytes aqui no MARTE! você também pode encontrar mais recursos de análise da CONJUNTURA.

  • Ministério da Cultura (MinC) abriu no dia 14/6, a consulta pública do anteprojeto de lei que reforma a lei de direitos autorais (Lei 9.610/98 – LDA). A LDA vem sendo tema de debate com a sociedade desde 2007 e a proposta de alterá-la, segundo o MinC, tem o intuito de  equilibrar a proteção dos autores com o direito da sociedade de acessar de forma mais ampla os bens culturais produzidos.O direito autoral está num ponto importante e delicado da cadeia cultural, na interface entre produção, circulação e fruição dos bens culturais. A legislação autoral pode ser flexível, e permitir que esse elo se estabeleça de forma ágil e democrática, unindo o produtor de cultura ao público. Ou ser rígida, e significar um obstáculo ao acesso à cultura pela própria sociedade que a produz.fonte: Reforma Direito Autoral
  • A consulta pública do anteprojeto que moderniza a Lei de Direitos Autorais ficará aberta até o dia 31 de agosto. A prorrogação foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira, 27 julho (Seção 1, página 6). O prazo inicial de 45 dias terminaria em 28 de julho e foi estendido para ampliar a oportunidade de participação da sociedade. Desde 14 de junho, já foram apresentadas mais de 1,2 mil contribuições neste espaço. A expectativa é que esse número, pelo menos, dobre até a nova data final.Para o ministro da Cultura, Juca Ferreira, o novo prazo vai permitir que a sociedade amplie sua participação. “Optamos pela consulta porque acreditamos que ela vai ajudar o governo a aperfeiçoar o texto. Vemos este instrumento como uma continuação de um processo democrático que se iniciou há quase oito anos e que tem envolvido todas as partes interessadas”, afirma.Lei 9810/98 Consolidada (em PDF)Lei em Consulta (em PDF)Para saber como participar da consulta, clique aqui.
  • Artistas pedem mudanças em 5 artigos da lei
    Entidades culturais reunidas em São Paulo para debater o projeto de revisão da Lei de Direitos Autorais no País apresentaram na segunda-feira ao Ministério da Cultura (MinC) um documento em que pedem a modificação de 5 artigos do anteprojeto.As entidades (cerca de 30 foram representadas durante o Congresso Brasileiro de Entidades Culturais CBEC, que foi realizado durante uma semana no Itaú Cultural, com apoio do próprio Ministério da Cultura) discordam da intervenção do Estado no caso de conflitos e obstáculos para a fruição de obras.
  • SDE abre processo contra ECAD por formação de cartel em direitos autorais
    Motivada por denúncia apresentada pela Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA), a Secretaria de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça instaurou nesta sexta-feira (16/7) processo administrativo contra o Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), que coleta e repassa os ganhos com direitos autorais de músicas no País.Na denúncia, a ABTA questiona a prática, pelo ECAD, da definição em conjunto dos valores a serem pagos pela reprodução de músicas. A associação cita a Lei 9.610/98 – a Lei do Direito Autoral, atualmente em revisão -, que permitiria aos donos de direitos autorais definirem seus preços invididualmente ou por meio de associações. Mas, na prática, essas associações só fixam seus valores em conjunto, por meio do ECAD.
  • Sobre o ECAD
    O Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD) é o órgão brasileiro responsável pela a arrecadação e distribuição dos direitos autorais das obras teatrais, tendo sua sede localizada no Rio de Janeiro.É uma instituição privada sem fins lucrativos criada pela Lei nº5.988/73 e mantida pela Lei Federal nº 9.610/98.O ECAD é uma sociedade civil, de natureza privada, administrado por dez associações de música para realizar a arrecadação e a distribuição de direitos autorais decorrentes da execução pública de músicas nacionais e estrangeiras.
    Com sede na cidade do Rio de Janeiro, 24 unidades arrecadadoras, 700 funcionários, 60 advogados prestadores de serviço e 131 agências autônomas instaladas em todos os Estados da Federação, a instituição possui ampla cobertura em todo o Brasil.
  • Debate sobre direitos autorais causa racha entre artistas
    A Rainha do Axé, Ivete Sangalo, desceu das tamancas do alto de seu Trio Elétrico reluzente para a batalha. Ela está a favor da mudança. Quem fala por ela é seu irmão e empresário, Jesus Sangalo: “Não faz sentido existir um órgão para recolher direitos autorais que não tem eleição, não tem fiscalização, não tem nada”, diz Sangalo. Ele se refere à maior instituição do gênero no País, o Escritório Central de Arrecadação de Direitos (Ecad), com sede no Rio de Janeiro.Ivete considera “ridículo” o valor que ela, talvez a maior estrela da música popular dos últimos 10 anos, tem recebido de direitos autorais. “Não faz o menor sentido, num País de 180 milhões de habitantes, pagar isso que ela vem recebendo”, indigna-se Jesus, que não teme enfrentar o sistema atual de arrecadação. “Ah, um sujeito que se chama Jesus, que já tem 2 mil anos, vai ter medo de lutar?”, afirma.Roberto Carlos, soberano inconteste da MPB, está contra. Quem fala por ele é seu empresário, Dody Sirena, que disse que teme que a proposta do governo repasse ao Estado uma incumbência que é essencialmente privada (ou seja: só diz respeito aos donos dos direitos, os autores).
  • “Para que medo se não há nada de errado?”
    Em entrevista ao Estado, na segunda-feira passada, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, analisou a atual situação do debate sobre a nova lei.O sr. acha que as mudanças que propõe podem aumentar a arrecadação e trazer mais dinheiro ao bolso dos artistas?
    Tenho certeza. Vai aumentar a arrecadação cobrando preços razoáveis. Hoje, o Ecad cobra de poucos, às vezes beirando a extorsão. E há mais de 10 mil processos na Justiça em relação ao direito autoral, o que mostra que estamos falando de um sistema econômico enfermo.
    Milton Nascimento e Ronaldo Bastos se manifestaram contra. Bastos chegou a dizer que a proposta do governo é sorrateira e mafiosa e o sr. é um “baiano triste de biografia obscura”.
    Essa virulência verbal deve refletir algo que ultrapassa minha compreensão. Me desculpem o Ronaldo Bastos e o Fernando Brant, mas é notadamente uma prática do fascismo contra as democracias. Por que não escrevem um artigo questionando os pontos da lei, ponto por ponto? Tentam inviabilizar o debate por meio da mistificação. Se o Ecad quiser debater, eu topo.
  • O filósofo Slavoj Zizek, em entrevista ao Roda Viva no ano passado, diz que a lógica democrática liberal e a lógica capitalista orientada para o mercado encontram o seu limite nos problemas relacionados à propriedade intelectual em um todo. Para Zizek, elas não são suficientes para confrontar o assunto. Ele diz “nós temos que inventar novas formas de ação coletiva, ou receio que nos aproximaremos de um mundo muito triste”.

edit 17h34: encontrei um vídeo da Elis Regina, onde ela, lá em 1978, discute com o fundador da Associação dos Músicos do Brasil (Abramus), Wilson Sandoli. Só para se ter uma ideia, ele foi nomeado dirigente do Conselho Federal e do Conselho Regional paulista da Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) em 1966. Só saiu em agosto de 2006 sob determinação judicial. Mais informações aqui, pelo MESTRE @pdralex.

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Na mídia: El Paso no Rock´n´Beats

Neste mês o El Paso lançou seu segundo EP. O disco já está disponível para download gratuito no MySpace da banda e também em uma página exclusiva no portal Rock´n´Beats!

O blog – um dos maiores de música do país – tem um projeto bem legal, que disponibiliza gratuitamente o download de discos de bandas brasileiras independentes. Vale a pena conferir!

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Moda em Marte – Moda Brasileira e Economia

Quando se diz por aí que o Brasil virou foco do mundo, não é mentira. Característica típica de economia emergente, o país caminha a passos largos, e é destaque em temas como inovação e sustentabilidade. Com a moda brasileira, não poderia ser diferente.

Para ter uma ideia concreta, de acordo com a Apex, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, o país está entre os dez maiores mercados mundiais de fios, fibras, tecelagens e confecções, sendo o segundo principal fornecedor de índigo, o terceiro de malha e o sexto em têxteis e confecções. É também o terceiro maior produtor de calçados no mundo.

Como entender todo o processo em termos econômicos? É simples. E quem pode ajudar é Jason Potts, um pesquisador americano que escreveu um texto chamado Fashionomics. (A junção de ‘fashion’ com ‘economics’ é simplesmente genial, vamos combinar). Ele explica a economia da moda de acordo com a teoria de um economista famoso, Joseph Schumpeter, que sustenta que a economia só se move e só cresce através da inovação. Ou seja, do mesmo modo que os estilistas renovam suas coleções a cada temporada, os consumidores também têm a oportunidade de reorganizar seus sistemas de consumo. Falar de inovação em moda é básico. E falar de inovação no Brasil, mais ainda.

E como é que se faz? As marcas brasileiras posicionam-se lá fora de três formas: a primeira é a abertura de lojas. Um exemplo são “as legítimas”: a Havaianas acaba de inaugurar loja em Los Angeles, nos EUA. A segunda é pela excelência: Alexandre Herchcovitch participa da semana de moda de Nova York desde 2005. E a terceira, o posicionamento internacional através de grandes compradores. Na última edição da SPFW, a semana de moda de São Paulo, por exemplo, circularam pelos desfiles representantes de lojas dos Estados Unidos, Inglaterra, França, Portugal, Kuwait, Líbano e Emirados Árabes Unidos. Sem se preocupar com as quantias a serem gastas, essas pessoas vêm atrás da criatividade brasileira. O que é interessante notar é que depois da recessão econômica mundial, esses compradores fazem escolhas mais conscientes e sensatas.

Mas, depois de entendido todo o processo, vale saber: quem são os nossos pupilos? Iódice, Reinaldo Lourenço, Gloria Coelho, Rosa Chá, Ronaldo Fraga, Osklen e Alexandre Herchcovitch, só para citar alguns. É, podemos ser fortes no agronegócio, mas a moda brasileira ganha, a cada dia, mais força do que nunca.


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Ser Urbano# – Desviando os Trilhos

A gente perdeu aquele jeito de olhar. Direto, estreito, no alvo dos olhos. Sentimos medo e nem sabemos do que, de quem…
Não é o mundo de hoje que tem muitas ameaças, nós é que costumávamos ser mais perigosos.

Sentimos no âmago aquela força vulcânica e mesmo assim desviamos. Corpos, olhares, sentimentos do mundo. Trilhos da nossa vida. Deixamos enterradas, lavas da alma.
Espreitando pelos cantos, esperando a nossa parte da felicidade. Como hienas, rindo demais pra quem não tem coragem.
Prefiro leões e suas presas: foco, poder de fúria e umas dezenas de quilos em punho.

Dentes e garras, como garfos e facas.

Cidade, você me faz sentir sede do conflito, que mora vizinho ao meu instinto. Sem medo de sua cinzedão, enquanto houver tinta, vou pintar as paredes dentro do meu peito. Além desses trilhos. Toda revolução começa no interior da gente e eu olho profundamente. Colorido da bandeira dos bravos, tão raros, eu olho profundamente além.
Sem medir a quem.

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Esquinas do Sul do Mundo: Chimarrão

Chimarrão: um minúsculo conto sobre o inconsciente coletivo do Brasil Esquizofrênico (A.K.A. Rio Grande do Sul) A.K.A. Uruguay Owner (A.K.A. Europa do baixo orçamento)

O ato de tomar chimarrão é algo complexo.

Não pense você que socar erva mate cuia adentro, fixar a bomba e depois encher d’água pelando é fazer chimarrão. De forma alguma! Não só não é, como conheço gente que pelaria o lombo de quem o dissesse. Sorver o mate requer um ritual de preparação, que não necessariamente obedece a um padrão e/ou ordem específicos.

Conheço casos de personas que acordam antes do sol exsurgir, enchem a chaleira, colocam-na ao fogo alto e, enquanto esperam a água chiar, cevam o mate com cirúrgico capricho, sem esquecer, claro, de dar a cuspida do primeiro mate frio no chão. Mesmo estando em uma cozinha de apartamento.

Há aqueles, mais campeiros – porém não muito – que acordam cedo, machado em punho, semblante lenhadoril e botina sete léguas. Estes caminham floresta adentro (usualmente é um matagal tosco) e cortam a própria lenha. Carregam-na até em casa, colocam no forno à lenha, para, aí sim, dar-se início ao processo.

E, finalmente, cito aquela casta mais ortodoxa, que considera hortelã no mate coisa de fresco. Para estes, água de chimarrão tem que estar fervendo, pelo menos. E quem passar a cuia com a mão direita toma pranchaço de facão na cara.

Evidentemente, não só de subjetividades no ato de prepará-lo vive a tradição. Inclusive tenho um amigo, colorado doente, que não toma chimarrão em cuia com o símbolo do Grêmio e exige ver o pacote da erva, pois “nunca se sabe”.

Muitos são os hábitos dos que sorvem o mate amargo.

Mas poucos são os que cultuam a prática com tamanho fervor quanto o Cunha o fez.

A história do Cunha é mais ou menos assim: depois de 30 anos trabalhando como funcionário público – deixou de levar o mate somente uma única vez, quando sua mulher faleceu e ele esqueceu a cuia no velório – aposentou-se e comprou uma propriedade rural, onde passava os dias tomando mate fervendo e atirando em qualquer coisa provida de vida que lhe cruzasse a vista.

Anos depois, quando acometido de um câncer na garganta, já agonizante em seu derradeiro leito, ainda pediu para um filho seu:

- Tonico, me traga um amargo bem quente.

- Mas e tua garganta, pai?

- Vou matar o bicho escaldado!

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Último fim de semana do Festival de inverno de Paranapiacaba

O Festival de Inverno de Paranapiacaba de 2010 que já contou com atrações de peso como Fernanda Porto, Ed Motta, Ana Canãs, Zeca Baleiro entre outros artistas, se encerra com dois grandes nomes da música popular brasileira neste fim de semana (24 e 25/07).
Zélia Duncan sobe ao palco às 19h como a atração principal do próximo sábado e no domingo quem encerra o festival é a cantora Maria Rita, também às 19h.

Maria Rita é a principal atração do encerramento do Festival no Domingo (25)

Uma dica é o show dos nossos conterrãneos do Projeto Nave no domingo as 14h no mercado da Vila.

Projeto Nave

O Projeto Nave toca nesse Domingo (25) ás 14h no Mercado da Vila

Lembrando que é necessário chegar cedo para conseguir ao menos entrar na Vila de Paranapiacaba, devido ao grande público esperado.
Mais informações sobre a infra-estrutura e a programação completa podem ser achadas aqui: http://migre.me/YOIU

(Texto por Allan C.)

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Moda em Marte – Curtinhas

Lindsay Lohan está sendo presa.

Mas não é por isso que não precisa ter estilo.
Com o novo óculos febre entre as mulheres da moda, Li Lo vai ter um bom companheiro pra passar os 90 dias na cadeia.

http://bit.ly/baBSNk

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